terça-feira, 29 de setembro de 2009
Pessoas Erradas...
Sempre me atraio pelas pessoas erradas. A variação positiva da probabilidade nunca é suficiente pra mim. Eu sempre vou precisar de uma dose cavalar de impossibilidade para ficar com tesão. As vezes, me assusto com a idéia de meu modus operandi sexual ficar fora de controle com heterossexuais. E olha que eu sei que um gay másculo ideal existe.
domingo, 13 de setembro de 2009
Galinhar ou se aquietar quando a relação acaba?
Este é o segundo mês que consigo dormir apenas na segunda-feira, os outros dias estão dedicados as festas noturnas, encontros de internet e muito sexo casual. Afinal de contas, a melhor maneira de sair de uma relação é “galinhando” ou não passa de uma fuga?
Existem pessoas que ainda se sentem presas ao passado, checam Orkut, conversam com amigos em comum para saber o que o outro está fazendo e se já encontrou um novo amor. Mas existem aqueles que simplesmente não querem mais aquela relação do passado e procuram vingar o tempo perdido usufruindo da vadiagem noturna.
O grande problema desta vida visceral de encontros por um prazer momentâneo são as pessoas que você deixa de conhecer intelectualmente e as feridas que pode causar nelas. Sabe aquele cara que ninguém quer se relacionar, o que é conhecido por magoar os outros? Você se torna um deles.
O tempo passa e por mais desgastante que tenha se tornado seus dias, esta vida de felicidade “fácil” começa a deixar marcas no seu corpo com olheiras, machucados, cansaço e vazio. Vazio no coração por estar se limitando a viver uma vida que não é sua, por ter criado um personagem seguro de que pode sair conquistando, mas que no fundo está fugindo da verdade que é o seu próprio sofrimento.
É difícil encarar o sofrimento de frente, mostrá-lo é ainda pior, seus amigos esperam mais de você, sua família nem precisa notar que você é um ser humano capaz de sentir tal coisa, seu ex jamais pode sonhar o que se passa pela sua mente e quantas lagrimas você derramou. Mas o ser humano precisa de um tempo, necessita de repouso noturno e sentimental. Colocar a mente em ordem ocupando-a com leitura, trabalho ou alguma atividade física pode ajudar se for feito na medida certa. O que não pode é esquecer que existe uma vida pessoal e por mais magoado que você esteja é preciso confrontá-la.
Quantos números novos entraram na minha agenda, quantos eu não fiz questão de anotar, quantos nomes eu já esqueci, lugares que me permiti ir e restaurantes que deixei de pagar. Tanta vida em tão pouco tempo, quando dizem que a vida precisa ser aproveitada imaginei que fosse de outra maneira. Mas é sim, de outra maneira que ela precisa ser vivida. De uma maneira sensível, mesmo que solteiro que tenha um bom motivo, que seja com vontade de estar lá e não por uma excitação de momento sem perceber que está acompanhado. O sentido de aproveitar a vida é simplesmente de apreciá-la.
Existem pessoas que ainda se sentem presas ao passado, checam Orkut, conversam com amigos em comum para saber o que o outro está fazendo e se já encontrou um novo amor. Mas existem aqueles que simplesmente não querem mais aquela relação do passado e procuram vingar o tempo perdido usufruindo da vadiagem noturna.
O grande problema desta vida visceral de encontros por um prazer momentâneo são as pessoas que você deixa de conhecer intelectualmente e as feridas que pode causar nelas. Sabe aquele cara que ninguém quer se relacionar, o que é conhecido por magoar os outros? Você se torna um deles.
O tempo passa e por mais desgastante que tenha se tornado seus dias, esta vida de felicidade “fácil” começa a deixar marcas no seu corpo com olheiras, machucados, cansaço e vazio. Vazio no coração por estar se limitando a viver uma vida que não é sua, por ter criado um personagem seguro de que pode sair conquistando, mas que no fundo está fugindo da verdade que é o seu próprio sofrimento.
É difícil encarar o sofrimento de frente, mostrá-lo é ainda pior, seus amigos esperam mais de você, sua família nem precisa notar que você é um ser humano capaz de sentir tal coisa, seu ex jamais pode sonhar o que se passa pela sua mente e quantas lagrimas você derramou. Mas o ser humano precisa de um tempo, necessita de repouso noturno e sentimental. Colocar a mente em ordem ocupando-a com leitura, trabalho ou alguma atividade física pode ajudar se for feito na medida certa. O que não pode é esquecer que existe uma vida pessoal e por mais magoado que você esteja é preciso confrontá-la.
Quantos números novos entraram na minha agenda, quantos eu não fiz questão de anotar, quantos nomes eu já esqueci, lugares que me permiti ir e restaurantes que deixei de pagar. Tanta vida em tão pouco tempo, quando dizem que a vida precisa ser aproveitada imaginei que fosse de outra maneira. Mas é sim, de outra maneira que ela precisa ser vivida. De uma maneira sensível, mesmo que solteiro que tenha um bom motivo, que seja com vontade de estar lá e não por uma excitação de momento sem perceber que está acompanhado. O sentido de aproveitar a vida é simplesmente de apreciá-la.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Quando é o limite na vida?
Por quantas vezes pensamos em jogar tudo o que conquistamos pro alto e partir em um novo caminho? todas as pessoas que conheço chegaram a essa questão em alguma hora da vida. Seja no âmbito profissional, amoroso ou de estudos. O importante nessa hora é colocar as coisas na balança, avaliar bem os desejos, as consequências e tudo o que será deixado para trás. Acredito que nessa nossa insignificante existência tudo tem um começo, um meio e um final, e em muitos dos casos, o final de um ciclo pode ser o começo de outro muito melhor e maior, são nos recomeços que temos a possibilidade de atingir voos mais altos e mais longos, nuns casos, esses caminhos nos levam para destinos que nunca pensamos em nossas vidas.
A gota d´agua pode vir em várias formas e disfarçada de várias maneiras, por isso, eu levanto a bandeira de tocar o foda-se, para as coisas que fazemos por obrigação, rotina ou simplesmente dinheiro, pois daqui nada levamos e é de suma importância fazermos/estarmos/vivermos algo e/ou com alguém que realmente gostamos. Não ao trabalho por dinheiro (não estou rasgando notas de R$100,00 ainda, porém as vezes um salário menor em alguma profissão que te dê satisfação e qualidade de vida é muito melhor), Não ao namoro por conveniência (ter alguém pra dividir o peso do dia-a-dia é bom, mas é egoísta estar com alguém só por esse motivo), Não as escolhas mau pensadas e por cobranças da sociedade.
Deixo aqui meu voto de sucesso a todos aqueles que tem a coragem de abandonar padrões e trilharem o caminho de seus sonhos.
" No recomeço o peso de ser vitorioso é substituído pela leveza de ser novamente um iniciante. Devemos apreciar melhor a paisagem e observar mais as sinalizações ao longo da estrada. Pode ser que alguma paisagem nos interesse mais e ou ainda que alguma sinalização nos leve para outro destino."
Steve Jobs
segunda-feira, 9 de março de 2009
TEORIA DO GAY ENCANTADO
Após ter escutado centenas de histórias cheguei a conclusão de que todos esperam pela versão gay do príncipe encantado: O GAY ENCANTADO.O gay encantado deve ser um homem sem trejeitos femininos, másculo, com voz normal ou grossa, corpo atlético ou perto disto, profissionalmente estabilizado, que more só, e que seja fiel.FIEL?
Este foi o maior problema encontrado por mim. Este é um tema completamente controverso em todos os depoimentos, pois, afinal, há apenas um tipo de fidelidade ou mais tipos? Fidelidade afetiva? Fidelidade sexual?
Fidelidade afetivo-sexual? A meu ver existem os três tipos.Em alguns relatos os relacionamentos terminaram devido a entrada de uma terceira pessoa no meio do relacionamento, sendo que essa entrada foi devido a realização da fantasia mais conhecida de todas: o sexo a três!!!
Todos chegaram a conclusão de que o erro foi haver realizado este tipo de experiência, pois, sem este nunca haveria aberto a chance de seu parceiro conhecer outra pessoa. lguns ainda acusaram seus ex-parceiros de não serem fiéis, pois o acordado foi que somente haveria sexo e nunca envolvimento afetivo com a terceira pessoa Duvidosa esta conclusão visto que qualquer um está a mercê de conhecer outras pessoas e consequentemente apaixonar-se.
Esta foi a fidelidade afetiva.Outro tipo foi a fidelidade sexual. Ao meu ponto de vista foi a mais curiosa.
O último tipo de fidelidade é a fidelidade afetivo/sexual, também conhecida como cabresto, corrente, prisão, ou por alguns como prova de amor. Nesta espécie encontrei gays que afirmam que uma relação baseada na extrema fidelidade faz com que tais relacionamentos sejam iguais aos dos heterossexuais.
Também acredito ser uma conclusão duvidosa, pois manter um relacionamento heterossexual nem sempre significa que há fidelidade extrema os parceiros. Para não me acusarem de preconceito contra os heterossexuais, basta entrar em site de relacionamentos e você, após algumas horas de bate-papo constatará que há muitas pessoas casadas buscando outras pessoas para manter relações extraconjugais, ou “intraconjugais”.
Mas voltando ao gay encantado...grande parte dos relatos foram de pessoas arrependidas de seus atos perante o homem amado. A exigência de que os namorados fossem perfeitos os levaram a terminar a relação e após algum tempo chegaram a conclusão de que seus ex-namorados eram o que sempre haviam esperado e não tomaram conhecimento disto durante a relação. O pior de tudo é que as exigências eram tão insignificantes que realmente creio que devem se arrepender dos seus atos mesmo.
Ganhou um pouco de peso...vive na casa da mãe...voltou a fumar...quis sair sozinho com os amigos...trabalha demais...trabalha pouco...fala muito...fala pouco...e vários e vários motivos que os levarem a findar seus relacionamentos.Os relacionamentos mais interessantes que conheci foram de gays que se conheceram aos poucos. Numa semana se beijaram, em outra saíram para jantar, na terceira transaram, e depois de alguns anos namorando resolveram se casar.
Todos afirmaram que seus maridos eram o que sempre esperaram encontrar.Acredito eu que quando se dá uma chance de conhecer um homem fora de ambientes noturnos ele poderá ser o seu príncipe encantado.
Namorar por um longo tempo também é fato importante para que seu namorado realmente seja o seu gay encantado. Neste espaço de tempo se conhece os defeitos, qualidades, manias, hábitos que a pessoa possue, bem como, você poderá mudá-lo em coisas que você não goste, claro que com muita conversa e não berros.
Em suma, para encontrar seu gay encantado basta olhar mais para o interior das pessoas, quem sabe dar chance àqueles que você a primeira vista não teve atração; tentar aceitar críticas ou criticar menos; ter hábitos saudáveis, mas não exagere na academia; pergunte mais... ou menos; não tenha medo de levar um fora, acredito em si; não seja perfeccionista com sua barriguinha, pois querendo ou não ela um dia vai crescer e também não seja com a dos outros; ame mais e não exija demais pelo amor dos outros; relaxe; e mais importante de tudo...LEIA, a coisa mais chata do mundo é não ter o que conversar com o seu GAY ENCANTADO!!!!
Este foi o maior problema encontrado por mim. Este é um tema completamente controverso em todos os depoimentos, pois, afinal, há apenas um tipo de fidelidade ou mais tipos? Fidelidade afetiva? Fidelidade sexual?
Fidelidade afetivo-sexual? A meu ver existem os três tipos.Em alguns relatos os relacionamentos terminaram devido a entrada de uma terceira pessoa no meio do relacionamento, sendo que essa entrada foi devido a realização da fantasia mais conhecida de todas: o sexo a três!!!
Todos chegaram a conclusão de que o erro foi haver realizado este tipo de experiência, pois, sem este nunca haveria aberto a chance de seu parceiro conhecer outra pessoa. lguns ainda acusaram seus ex-parceiros de não serem fiéis, pois o acordado foi que somente haveria sexo e nunca envolvimento afetivo com a terceira pessoa Duvidosa esta conclusão visto que qualquer um está a mercê de conhecer outras pessoas e consequentemente apaixonar-se.
Esta foi a fidelidade afetiva.Outro tipo foi a fidelidade sexual. Ao meu ponto de vista foi a mais curiosa.
O último tipo de fidelidade é a fidelidade afetivo/sexual, também conhecida como cabresto, corrente, prisão, ou por alguns como prova de amor. Nesta espécie encontrei gays que afirmam que uma relação baseada na extrema fidelidade faz com que tais relacionamentos sejam iguais aos dos heterossexuais.
Também acredito ser uma conclusão duvidosa, pois manter um relacionamento heterossexual nem sempre significa que há fidelidade extrema os parceiros. Para não me acusarem de preconceito contra os heterossexuais, basta entrar em site de relacionamentos e você, após algumas horas de bate-papo constatará que há muitas pessoas casadas buscando outras pessoas para manter relações extraconjugais, ou “intraconjugais”.
Mas voltando ao gay encantado...grande parte dos relatos foram de pessoas arrependidas de seus atos perante o homem amado. A exigência de que os namorados fossem perfeitos os levaram a terminar a relação e após algum tempo chegaram a conclusão de que seus ex-namorados eram o que sempre haviam esperado e não tomaram conhecimento disto durante a relação. O pior de tudo é que as exigências eram tão insignificantes que realmente creio que devem se arrepender dos seus atos mesmo.
Ganhou um pouco de peso...vive na casa da mãe...voltou a fumar...quis sair sozinho com os amigos...trabalha demais...trabalha pouco...fala muito...fala pouco...e vários e vários motivos que os levarem a findar seus relacionamentos.Os relacionamentos mais interessantes que conheci foram de gays que se conheceram aos poucos. Numa semana se beijaram, em outra saíram para jantar, na terceira transaram, e depois de alguns anos namorando resolveram se casar.
Todos afirmaram que seus maridos eram o que sempre esperaram encontrar.Acredito eu que quando se dá uma chance de conhecer um homem fora de ambientes noturnos ele poderá ser o seu príncipe encantado.
Namorar por um longo tempo também é fato importante para que seu namorado realmente seja o seu gay encantado. Neste espaço de tempo se conhece os defeitos, qualidades, manias, hábitos que a pessoa possue, bem como, você poderá mudá-lo em coisas que você não goste, claro que com muita conversa e não berros.
Em suma, para encontrar seu gay encantado basta olhar mais para o interior das pessoas, quem sabe dar chance àqueles que você a primeira vista não teve atração; tentar aceitar críticas ou criticar menos; ter hábitos saudáveis, mas não exagere na academia; pergunte mais... ou menos; não tenha medo de levar um fora, acredito em si; não seja perfeccionista com sua barriguinha, pois querendo ou não ela um dia vai crescer e também não seja com a dos outros; ame mais e não exija demais pelo amor dos outros; relaxe; e mais importante de tudo...LEIA, a coisa mais chata do mundo é não ter o que conversar com o seu GAY ENCANTADO!!!!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Felicidade
O que é essa tal felicidade? Onde encontrá-la? Qual loja, em qual shopping ela está à venda? Em qual seção do supermercado se compra esse item? Ou será que ela está disponível em comprimidos na farmácia da esquina? Já sei, ela está engarrafada e pronta para ser consumida nos bares da vida! Não??? Pode-se encontrá-la em seringas então? Também não?! Só pode estar em alguma conta bancária de algum paraíso fiscal numa ilha paradisíaca! Não né? Onde ela está então?Pergunta de díficil resposta essa não? Será mesmo? Ou complicamos tanto as coisas que despercebemos o óbvio? Agimos como o avôzinho infeliz que procura por toda a parte os óculos, tendo-os na ponta do nariz! Procuramos a felicidade em vários lugares, em várias pessoas, em várias situações e ela ali, do nosso lado nos olhando com cara de espanto dizendo: “eu estou aqui!”. Condicionamos a felicidade. Agregamos muitas condições para obtê-la. Quando me formar; quando fizer pós; quando voltar a estudar; quando perder 10 kg; quando fizer academia; quando me separar; quando encontrar alguém; quando morar sozinho; quando tiver meu apartamento; quando tiver um carro novo; quando me mudar para perto dele; quando mudar de emprego; quando for gestor da minha área; quando tiver minha própria empresa; quando tiver um rendimento de 5 dígitos; quando ganhar na Megasena; quando terminar minhas dívidas. Quando, quando, quando. Esquecemos que, como ouvi um dia, a felicidade é uma viagem, não um destino. Vivemos como formigas num formigueiro, sempre atarefados correndo de um lado para outro, sacrificando relações pessoais e até nossa saúde buscando algo que muitas vezes nem sabemos o que é. Não aproveitamos nossa viagem. Não desfrutamos dos pequenos prazeres que essa viagem nos proporciona. Não reparamos nos detalhes. E eles fazem a diferença.Por que essa reflexão? Essa semana aconteceu algo que me pôs a refletir. Algo banal, corriqueiro, mas que gerou em mim o desejo de falar sobre isso. No final do expediente em meu emprego, estava arrumando minhas coisas para ir embora. Trabalho no 3º andar. Olhei pela janela e vi. Uma bola vermelha me chamou a atenção. O astro rei, o sol estava se pondo. Lindo, maravilhoso, colorindo com tons de vermelho, amarelo e laranja o céu ao seu redor. Magestosa visão! O sol, alheio a qualquer vontade, mostrava toda sua beleza para quem quisesse ter o prazer de vê-lo. Olhei para baixo e as pessoas indiferentes diante desse espetáculo. Andando, correndo, apressadas feito formigas. Perdendo a chance de transformar o ordinário do dia-a-dia em extraordinário.“O que faz você feliz? A lua, a praia, o mar. Uma rua, passear. Um doce, uma dança, um beijo. Ou goiabada com queijo? Afinal, o que faz você feliz? Chocolate, paixão, dormir cedo, acordar tarde. Arroz com feijão. Matar a saudade. O aumento, a casa, o carro que você sempre quis. Ou são os sonhos que te fazem feliz? Dormir na rede, matar a sede, ler ou viver um romance? O que faz você feliz? Um lápis, uma letra, uma conversa boa. Um cafuné, café com leite, rir a toa. Um pássaro, um parque, um chafariz. Ou será um choro que te faz feliz? A pausa para pensar. Sentir o vento, esquecer o tempo. O céu, o sol, um som. A pessoa ou o lugar? Agora me diz: o que faz você feliz?”
quarta-feira, 16 de julho de 2008
vida ....
A vida da gente é uma coisa engraçada mesmo. Parece sempre que estamos entre duas coisas. O bem e o mal, a noite e o dia, o sim e o não, o homem e a mulher, o nascer e o morrer... Tudo é travessia. Caminhar e sentir apenas. Durante muito tempo eu estive de olhos fechados. E não posso dizer que eles estejam plenamente abertos, mas... Mas às vezes é bom só viver. Não fazer perguntas. Longe de ser alienação, é estar aberto às possibilidades da vida. Muita filosofia de botequim? Concordo! Filosofias de botequim são ótimas pra curar dor de cotovelo... A verdade pra mim hoje é que eu não devo me importar. Não devo deixar o ar que entra dentro do meu corpo ser mais pesado do que ele realmente é. Eu só deixo que as diferentes pressões e os sistemas autônomos do meu organismo ajam da forma que quiserem. Da forma que quiserem. E vou... vivendo. Eu não preciso me encontrar, porque eu não preciso estar em lugar algum para ser... Erros, dores, tristezas, desesperos, angústias, insônia são coisas que existem assim como a beleza, o respeito, o amor, a amizade... A verdade é que a verdade não existe. Só sei o que eu posso sentir. E não há outra forma de agir. Deixar que as nuances de sentimentos atravessem meus músculos sem resistência. Deixar que chegue até mim tudo que assim quiser. E seguir, e ir...
sábado, 24 de maio de 2008
Vida.com... parte 6
C@pítulo 5
Meu coração disparou, eu nunca fui pedido em namoro e ainda mais por um homem hauahua , no rádio estava tocando “GIRL FROM THE GUTTER”, fiz um pouco de suspense antes de responder, olhei em seus olhos, toquei em seus lábios e fechei os olhos, fui me aproximando de sua boca e respondi com um longo beijo em seus lábios carnudos. Estávamos próximo de casa, o convidei para jantar comigo, ele mostrou um lindo sorriso em sua face e aceitou, dei partida no carro e fomos, quando chegamos em casa o jantar estava sendo servido.
-Boa noite!
-Boa noite, Rod
-Já estão jantando?
-Pensamos que iria jantar fora...
-Tia, tio, esse é o André...
-Prazer André.
-Como vai, André?
-Bem, graças a Deus.
-Sente-se e jante com a gente.
-Obrigado!
Apresentei o André aos meus tios e ao meu primo, nos sentamos à mesa e conversamos o jantar inteiro, meus tios adoraram o André, acabou virando parte da família, realmente ele era um garoto encantador, alem de ser muito divertido também. Quando nos demos conta já era tarde, à uma hora daquelas já não tinha mais transporte para ele ir embora, pensei levá-lo em casa quando para minha surpresa, a tia Helena sugeriu que ele dormisse em casa, eu estava adorando a idéia e ele também:
-Adorei ter conhecido vocês, mas agora eu tenho que ir.
-Já vai André, fica mais um pouco?
-Eu adoraria, mas não posso.
-Mas agora não tem transporte pra você ir André, já passou da 01h00.
-Avise sua mãe que você vai dormir na casa do seu amigo, vou pedir para arrumarem um colchonete no quarto do Rod pra você passar a noite.
Olhamos um para a cara do outro e demos um sorriso, do meu celular o André ligou para sua mãe e disse que iria dormir na casa de uma amiga, pois se dissesse que era um amigo sua mãe faria um escândalo, já que a descoberta de sua homossexualidade era recente e qualquer contato com homem era suspeito. Todos foram dormir, depois de escovar os dentes e tomar um banho, entrei no quarto, apaguei a luz, dei um beijo de boa noite no André e deitei na minha cama, joguei um lençol por cima de mim, pois não gostava de dormir descoberto, embora eu quase todas as noites dormisse seminu. Quando eu estava quase pegando no sono senti um toque na minha mão, não me movi, em silêncio ele se levantou e deitou ao meu lado, comecei a sentir um frio na barriga, não demorou muito comecei a sentir aqueles braços passando pelo meu corpo, um arrepio na espinha tomou conta de mim. Naquele momento não pensei em mais nada, deixei que o clima me conduzisse, delicadamente ele tirou uma bermuda que eu havia emprestado para ele dormir, meu coração palpitava a mil, em meio a sussurros e leves mordidas na orelha, ele ia tirando minha roupa, parte por parte, desenrolando vagarosamente, o que me deixava com mais tesão ainda, assim ele continuou até me deixar completamente nu, nossas respirações já estavam ofegantes, nossas bocas coladas uma na outra explorando parte por parte, língua com língua simulavam sexo oral, no vai e vem do chupar, aos poucos ele foi juntando seu corpo nu junto ao meu, aquele corpo definido e lisinho deslizando sobre minha pele, nosso suor se misturando, quase não pude me conter, o clima já estava quente demais. O André era um garoto bem safado e atrevido, aos poucos ele pegou minha mão e a colocou em seu p... na hora fiquei sem jeito, eu não sabia o que fazer, mas com toda paciência e carinho ele foi me deixando a vontade, ainda bem que ele era bastante paciente, até tomar o meu corpo todo só pra ele. Aquelas alturas, sua mão já havia percorrido todo o meu corpo, sua língua ia descendo e passando por cada parte do meu corpo, até chegar no ponto onde ele queria, chegou uma hora que nossos corpos se tornaram um só, duas almas unidas em um corpo.
Fomos dormir quando o dia já estava amanhecendo, depois daquela noite maravilhosa que André me deu, eu tive outra visão sobre sexo, percebi que existem várias maneiras de se fazer sexo sem penetração. Acordamos abraçados um ao outro, fomos tomar banho juntos, vestimos nossas roupas e fomos tomar café.
-Rod... Acorda...
-Oi Dé...
-Daqui a pouco preciso ir...
-Dormiu bem?
-Maravilhosamente bem, e você?
-Dormi no céu e acordei nos braços de um anjo... Vamos tomar um banho pra despertar?
-Vamos.
Na mesa já estavam todos, quando eu e o André chegamos para tomar café meu tio já estava de saída, o Gê também logo iria sair, pois tinha que encontrar o Gabriel na hora do almoço, sentamos à mesa e tomamos café com tia Helena.
-Bom dia!
-Bom dia meninos...
-Bom, pena vocês terem chegado só agora, desculpem a falta de educação, mas já estou de saída.
-Não se preocupe tio...
-Tchau César!
-Bom, eu também estou de saída, tenho um encontro com um amigo na hora do almoço...
-Você não vem almoçar em casa?
-Hoje não, mãe.
-Deus te acompanhe meu filho.
-Obrigado.
-Bom, ficamos só nós agora...
Depois do café acompanhei o André até a portaria do prédio, nos despedimos com um aperto de mão e um abraço, no meu ouvido ele disse que me ligaria à noite, fechei o portão e fui me arrumar, peguei minhas coisas e segui pra faculdade de ônibus
Esperei ansioso o André me ligar, passaram duas semanas, cinco meses, desde aquele dia o André nunca mais havia me procurado, nem e-mail ele mandou e todos que mandei pra ele voltaram. Não entendo o por que, da última vez que nos vimos ele parecia estar muito feliz, de inicio uma duvida ficou me corroendo por dentro, queria entender o motivo que o fez sumir, mas depois acabei deixando de lado, resolvi esquecer e seguir minha vida como antes.
O aniversário do entojado do Gabriel estava chegando, o GÊ parecia enfeitiçado por ele, eu não tinha um motivo para não gostar dele, tirando o fato de ter me tirado o Gê.
-Rod, vamos comigo ao shopping comprar um presente para o Biel?
-Tem certeza que quer minha companhia?
-Por que diz isso?
-Deixa pra lá... Em qual shopping você quer ir?
-Vamos a qualquer um...
-Você dirige então.
-Ok.
Chegando no shopping deixamos o carro no estacionamento do terraço, fomos descendo pela escada rolante até a praça principal, o shopping não estava muito cheio, o GÊ ia olhando as vitrines das lojas na dúvida do que iria dar para seu namorado.
-Fala aí Rod, o que você acha de dar essa jaqueta pro Biel?
-Nossa...
-O que foi?
-Por esse preço, seria mais fácil dar logo um carro...
-Hahaha... Pior que é verdade.
Estávamos passando em frente a uma loja de animais, onde tinham desde animais domésticos até animais silvestres, claro que eu não perdi a oportunidade de entrar na loja para ver.
-Vamos ver nessa loja...
-Credo Rod, só tem animal nessa loja...
-Quem sabe você encontra o Gabriel aqui...
-O quê?
-Quem sabe você encontra o presente do Gabriel aqui...
-Ah...
-O que acha dessa cobra?
-Isso lá é presente que se dá pra alguém?
-Seja moderno, Rod. Veja essa tarântula...
-Não, vai que ela o pica...
-Não tenho essa sorte.
-O que você disse?
-Eu disse que está muito cara. Vamos sair dessa loja, Rod?
-Olha que peixe lindo.
-É filhote de tubarão.
-Adorei, será que sua mãe se importaria se eu comprasse e colocasse no aquário da sala?
-Ela mataria você.
-Melhor não comprar então.
Deixamos a loja de animais e continuamos caminhando pelo corredor do shopping que terminava na praça de alimentação. Ainda indeciso o GÊ não sabia o que comprar ao Gabriel. Odiei quando ele pediu minha ajuda para escolher algo pro “Biel” dele, só concordei em ir pra não chatear meu primo. Passando pela praça de alimentação comecei a ficar com fome, o GÊ também dizia que queria almoçar então começamos a procurar uma mesa.
-Rod vamos parar aqui e comer alguma coisa?
-Vamos, estou começando a ficar com fome...
Começamos a procurar por mesas, mas a praça de alimentação estava lotada.
-GÊ, acho que não tem mesas...
-Vamos procurar mais pro meio.
Entramos no meio das pessoas e fomos procurar pelo centro, passando a terceira pilastra olhei para meu lado esquerdo e avistei o André sentado a uma mesa.
Meu coração disparou, eu nunca fui pedido em namoro e ainda mais por um homem hauahua , no rádio estava tocando “GIRL FROM THE GUTTER”, fiz um pouco de suspense antes de responder, olhei em seus olhos, toquei em seus lábios e fechei os olhos, fui me aproximando de sua boca e respondi com um longo beijo em seus lábios carnudos. Estávamos próximo de casa, o convidei para jantar comigo, ele mostrou um lindo sorriso em sua face e aceitou, dei partida no carro e fomos, quando chegamos em casa o jantar estava sendo servido.
-Boa noite!
-Boa noite, Rod
-Já estão jantando?
-Pensamos que iria jantar fora...
-Tia, tio, esse é o André...
-Prazer André.
-Como vai, André?
-Bem, graças a Deus.
-Sente-se e jante com a gente.
-Obrigado!
Apresentei o André aos meus tios e ao meu primo, nos sentamos à mesa e conversamos o jantar inteiro, meus tios adoraram o André, acabou virando parte da família, realmente ele era um garoto encantador, alem de ser muito divertido também. Quando nos demos conta já era tarde, à uma hora daquelas já não tinha mais transporte para ele ir embora, pensei levá-lo em casa quando para minha surpresa, a tia Helena sugeriu que ele dormisse em casa, eu estava adorando a idéia e ele também:
-Adorei ter conhecido vocês, mas agora eu tenho que ir.
-Já vai André, fica mais um pouco?
-Eu adoraria, mas não posso.
-Mas agora não tem transporte pra você ir André, já passou da 01h00.
-Avise sua mãe que você vai dormir na casa do seu amigo, vou pedir para arrumarem um colchonete no quarto do Rod pra você passar a noite.
Olhamos um para a cara do outro e demos um sorriso, do meu celular o André ligou para sua mãe e disse que iria dormir na casa de uma amiga, pois se dissesse que era um amigo sua mãe faria um escândalo, já que a descoberta de sua homossexualidade era recente e qualquer contato com homem era suspeito. Todos foram dormir, depois de escovar os dentes e tomar um banho, entrei no quarto, apaguei a luz, dei um beijo de boa noite no André e deitei na minha cama, joguei um lençol por cima de mim, pois não gostava de dormir descoberto, embora eu quase todas as noites dormisse seminu. Quando eu estava quase pegando no sono senti um toque na minha mão, não me movi, em silêncio ele se levantou e deitou ao meu lado, comecei a sentir um frio na barriga, não demorou muito comecei a sentir aqueles braços passando pelo meu corpo, um arrepio na espinha tomou conta de mim. Naquele momento não pensei em mais nada, deixei que o clima me conduzisse, delicadamente ele tirou uma bermuda que eu havia emprestado para ele dormir, meu coração palpitava a mil, em meio a sussurros e leves mordidas na orelha, ele ia tirando minha roupa, parte por parte, desenrolando vagarosamente, o que me deixava com mais tesão ainda, assim ele continuou até me deixar completamente nu, nossas respirações já estavam ofegantes, nossas bocas coladas uma na outra explorando parte por parte, língua com língua simulavam sexo oral, no vai e vem do chupar, aos poucos ele foi juntando seu corpo nu junto ao meu, aquele corpo definido e lisinho deslizando sobre minha pele, nosso suor se misturando, quase não pude me conter, o clima já estava quente demais. O André era um garoto bem safado e atrevido, aos poucos ele pegou minha mão e a colocou em seu p... na hora fiquei sem jeito, eu não sabia o que fazer, mas com toda paciência e carinho ele foi me deixando a vontade, ainda bem que ele era bastante paciente, até tomar o meu corpo todo só pra ele. Aquelas alturas, sua mão já havia percorrido todo o meu corpo, sua língua ia descendo e passando por cada parte do meu corpo, até chegar no ponto onde ele queria, chegou uma hora que nossos corpos se tornaram um só, duas almas unidas em um corpo.
Fomos dormir quando o dia já estava amanhecendo, depois daquela noite maravilhosa que André me deu, eu tive outra visão sobre sexo, percebi que existem várias maneiras de se fazer sexo sem penetração. Acordamos abraçados um ao outro, fomos tomar banho juntos, vestimos nossas roupas e fomos tomar café.
-Rod... Acorda...
-Oi Dé...
-Daqui a pouco preciso ir...
-Dormiu bem?
-Maravilhosamente bem, e você?
-Dormi no céu e acordei nos braços de um anjo... Vamos tomar um banho pra despertar?
-Vamos.
Na mesa já estavam todos, quando eu e o André chegamos para tomar café meu tio já estava de saída, o Gê também logo iria sair, pois tinha que encontrar o Gabriel na hora do almoço, sentamos à mesa e tomamos café com tia Helena.
-Bom dia!
-Bom dia meninos...
-Bom, pena vocês terem chegado só agora, desculpem a falta de educação, mas já estou de saída.
-Não se preocupe tio...
-Tchau César!
-Bom, eu também estou de saída, tenho um encontro com um amigo na hora do almoço...
-Você não vem almoçar em casa?
-Hoje não, mãe.
-Deus te acompanhe meu filho.
-Obrigado.
-Bom, ficamos só nós agora...
Depois do café acompanhei o André até a portaria do prédio, nos despedimos com um aperto de mão e um abraço, no meu ouvido ele disse que me ligaria à noite, fechei o portão e fui me arrumar, peguei minhas coisas e segui pra faculdade de ônibus
Esperei ansioso o André me ligar, passaram duas semanas, cinco meses, desde aquele dia o André nunca mais havia me procurado, nem e-mail ele mandou e todos que mandei pra ele voltaram. Não entendo o por que, da última vez que nos vimos ele parecia estar muito feliz, de inicio uma duvida ficou me corroendo por dentro, queria entender o motivo que o fez sumir, mas depois acabei deixando de lado, resolvi esquecer e seguir minha vida como antes.
O aniversário do entojado do Gabriel estava chegando, o GÊ parecia enfeitiçado por ele, eu não tinha um motivo para não gostar dele, tirando o fato de ter me tirado o Gê.
-Rod, vamos comigo ao shopping comprar um presente para o Biel?
-Tem certeza que quer minha companhia?
-Por que diz isso?
-Deixa pra lá... Em qual shopping você quer ir?
-Vamos a qualquer um...
-Você dirige então.
-Ok.
Chegando no shopping deixamos o carro no estacionamento do terraço, fomos descendo pela escada rolante até a praça principal, o shopping não estava muito cheio, o GÊ ia olhando as vitrines das lojas na dúvida do que iria dar para seu namorado.
-Fala aí Rod, o que você acha de dar essa jaqueta pro Biel?
-Nossa...
-O que foi?
-Por esse preço, seria mais fácil dar logo um carro...
-Hahaha... Pior que é verdade.
Estávamos passando em frente a uma loja de animais, onde tinham desde animais domésticos até animais silvestres, claro que eu não perdi a oportunidade de entrar na loja para ver.
-Vamos ver nessa loja...
-Credo Rod, só tem animal nessa loja...
-Quem sabe você encontra o Gabriel aqui...
-O quê?
-Quem sabe você encontra o presente do Gabriel aqui...
-Ah...
-O que acha dessa cobra?
-Isso lá é presente que se dá pra alguém?
-Seja moderno, Rod. Veja essa tarântula...
-Não, vai que ela o pica...
-Não tenho essa sorte.
-O que você disse?
-Eu disse que está muito cara. Vamos sair dessa loja, Rod?
-Olha que peixe lindo.
-É filhote de tubarão.
-Adorei, será que sua mãe se importaria se eu comprasse e colocasse no aquário da sala?
-Ela mataria você.
-Melhor não comprar então.
Deixamos a loja de animais e continuamos caminhando pelo corredor do shopping que terminava na praça de alimentação. Ainda indeciso o GÊ não sabia o que comprar ao Gabriel. Odiei quando ele pediu minha ajuda para escolher algo pro “Biel” dele, só concordei em ir pra não chatear meu primo. Passando pela praça de alimentação comecei a ficar com fome, o GÊ também dizia que queria almoçar então começamos a procurar uma mesa.
-Rod vamos parar aqui e comer alguma coisa?
-Vamos, estou começando a ficar com fome...
Começamos a procurar por mesas, mas a praça de alimentação estava lotada.
-GÊ, acho que não tem mesas...
-Vamos procurar mais pro meio.
Entramos no meio das pessoas e fomos procurar pelo centro, passando a terceira pilastra olhei para meu lado esquerdo e avistei o André sentado a uma mesa.
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